Saúde em Pauta

Medicina Preventiva

Esta seção é apenas informativa e não deve ser utilizada para fins de autodiagnóstico ou automedicação. Consulte seu médico regularmente.

Selecione acima a letra sobre o assunto relacionado. Exemplo: A - Alimentação

C

Camisinha Feminina

A principal forma de se evitar a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis (DST), inclusive o HIV/AIDS, é o uso de preservativo (camisinha) durante a relação sexual. 

Veja como usar corretamente a camisinha feminina:


1) Escolha uma camisinha de qualidade e não esqueça de conferir a data de validade. Abra a embalagem com as mãos e verifique sua integridade. Nunca utilize tesoura, dentes ou outros métodos alternativos, uma vez que podem rasgar a camisinha, inutilizando-a. Segure a camisinha com o anel externo (vazado) para baixo. Aperte o anel interno (menor) com o polegar e o indicador, formando um “8”;

2) Escolha uma posição confortável e introduza a extremidade menor na vagina, deixando cerca de três centímetros do anel aberto para fora desta. Diferentemente da camisinha masculina, a camisinha feminina não precisa ser desenrolada;

3) Empurre a camisinha para dentro, o mais fundo possível, a fim de cobrir o colo do útero. Caso sinta algum incômodo, ajuste-o, internamente, com o dedo. 

4) Após essas etapas, já é possível a introdução do pênis na vagina. Deve-se tomar o cuidado de que este fique dentro da camisinha;
5) Findada a relação, torça o anel externo e retire a camisinha, puxando-a delicadamente. Ela deve ser embrulhada em um papel e jogada no lixo.

Camisinha Masculina

A principal forma de se evitar a transmissão das doenças sexualmente transmissíveis (DST), inclusive o HIV/AIDS, é o uso de preservativo (camisinha) durante a relação sexual. 

Veja como usar corretamente a camisinha masculina:


1) Abra a embalagem com cuidado, nunca com os dentes, para não furar a camisinha. Coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. Aperte a ponta da camisinha para retirar o ar.

2) Desenrole a camisinha até a base do pênis. Só use lubrificante à base de água. Evite vaselina e outros lubrificantes à base de óleo;

3) Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis duro. Fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;

4) Dê um nó no meio da camisinha e jogue-a no lixo. Nunca use a camisinha mais de uma vez. Usar a camisinha duas vezes não previne contra doenças e gravidez.


Câncer

A palavra câncer tem origem no latim, cujo significado é caranguejo. Tem esse nome, pois as células doentes atacam e se infiltram nas células sadias como se fossem os tentáculos de um caranguejo.

O câncer é o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Por se multiplicarem rapidamente, as células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis resultando na formação de tumores malignos, podendo se disseminar para outras regiões do corpo. Essa disseminação à distância é chamada de metástases.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

Devem surgir 576.580 novos casos de câncer no Brasil em 2014. A previsão é que o tumor de pele não melanoma, o mais frequente na população feminina e masculina, atinja 182 mil pessoas, equivalente a 31,5% do total. Depois desse, o que mais acomete homens é o câncer de próstata (68,8 mil), que responde por 33,7% da incidência nesse público quando se exclui o de pele. Em relação às mulheres, o segundo de maior ocorrência é o de mama (57,1 mil), responsável por 30% dos casos em relação aos demais tipos.

O câncer é um conjunto formado por mais de 100 doenças. Os diferentes tipos de câncer se devem aos vários tipos de células do organismo. Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes (metástases). Ele pode surgir em qualquer parte do corpo. Entre os órgãos mais atingidos estão pele, pulmão, mama, colo uterino, próstata, cólon, reto, estômago, esôfago, medula óssea (leucemia) e boca.

As causas do câncer são múltiplas e dependem da inter-relação entre fatores internos, que são geneticamente determinados, estando ligados à capacidade do organismo de se defender das agressões, e de fatores externos, que são referentes ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes das pessoas.

A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas existem fatores que aumentam a chance (fatores de risco) para o desenvolvimento dos seus diferentes tipos. O principal é o tabagismo, porém a excessiva exposição solar, o consumo de álcool, a ingestão de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, sedentarismo e obesidade também devem ser combatidos para a prevenção do câncer.

O tratamento do câncer é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas dependendo do tipo. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. 


Câncer: conhecer para prevenir.


Dia Mundial da Luta Contra o Câncer: 08 de abril

Dia Nacional de Combate ao Câncer: 27 de novembro



Câncer de Mama

O câncer de mama é uma doença que se caracteriza pela multiplicação anormal de células da mama, produzindo um tumor maligno. 

É o que mais acomete as mulheres em todo o mundo. No Brasil, em 2013, a estimativa foi de 52.680 novos casos da doença. Em quatro das cinco regiões brasileiras, é o tipo mais comum entre as mulheres, sem considerar os cânceres de pele não-melanoma. Apenas na Região Norte é o segundo tumor mais comum, ficando atrás do câncer do colo uterino. As taxas brasileiras de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. O câncer de mama também pode ocorrer em homens, mas em número bem menor. 

O câncer de mama não tem uma causa única, sendo que o seu surgimento se deve a uma série de fatores que aumentam a chance (fatores de risco) de desenvolvê-lo, que são: antecedente familiar (mulheres com mãe, irmã ou filha que tiveram a doença antes dos 50 anos, são mais vulneráveis à doença); idade (quanto maior a idade, maior o risco, sendo que as mulheres entre os 40 e os 69 anos são as principais vítimas do câncer de mama); menstruação precoce (primeira menstruação antes dos 11 anos); menopausa tardia (última menstruação após os 55 anos); nuliparidade (nenhuma gestação) ou primeiro parto após os 20 anos; alimentação (dieta rica em gorduras); obesidade; tabagismo e consumo de álcool.

O câncer de mama é indolor nos estágios iniciais da doença. Os principais sinais e sintomas são as alterações no contorno natural da mama, retrações ou desvios dos mamilos, saliências ou retrações na pele da mama, presença de secreções sanguinolentas ou transparentes no mamilo de aparecimento espontâneo e nódulos endurecidos nas axilas e na própria mama, mesmo indolores. Nem todo o nódulo encontrado na mama é câncer e, na dúvida, o médico deve ser consultado.

O diagnóstico do câncer de mama é feito através do exame clínico das mamas e da mamografia. A mamografia é a melhor forma de detectar o câncer de mama precocemente, sendo indicada anualmente a partir dos 40 anos. Em uma fase inicial, quando os tumores são pequenos (menores do que 1 cm) e imperceptíveis ao toque, as chances de cura chegam a 95% dos casos. 

O autoexame das mamas é um auxiliar importante na detecção precoce do câncer de mama, permitindo a mulher conhecer melhor o próprio corpo e reconhecer alterações nas mamas. Deve ser realizado após o término da menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis e densas. Porém, o autoexame não substitui a mamografia e o exame clínico executado pelo médico no consultório.

Os tratamentos para o câncer de mama são individualizados, sendo que cada caso será estudado particularmente e receberá um tratamento específico. De forma geral os tratamentos resumem-se em clínicos e cirúrgicos. Os tratamentos clínicos envolvem vários tipos de medicamentos chamados quimioterápicos e hormonioterápicos, cada qual com sua função e efeito colateral. Os cirúrgicos envolvem os tratamentos conservadores, aqueles que preservam a mama como as tumorectomias, quadrantectomias e os radicais - conhecidos como mastectomias. Além disso, existe a radioterapia que é empregada na sequência do tratamento cirúrgico, conservador ou em casos específicos de câncer avançado.

Não fumar, evitar o consumo de álcool, ter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas regulares, ajudam na prevenção de várias doenças, inclusive do câncer. Além disso, a amamentação e o controle do peso podem prevenir o câncer de mama.

A Medicina Preventiva do SSI Saúde desenvolve o Programa de Prevenção do Câncer de Mama, informe-se junto ao plano de saúde. O câncer de mama tem cura, consulte o ginecologista anualmente.


Câncer de próstata

A próstata é uma glândula que paz parte do sistema reprodutor masculino e está localizada na parte inferior do abdômen. Sua principal função é a produção de líquido seminal (esperma), o qual transporta os espermatozoides que são produzidos nos testículos.

No Brasil, o câncer da próstata é o segundo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não-melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres.

A causa do câncer da próstata é desconhecida, mas há situações que aumentam a chance do desenvolvimento dessa neoplasia como: idade acima dos 50 anos, histórico familiar de câncer da próstata (pai ou irmão) antes dos 60 anos; alto conteúdo de gordura animal na dieta; baixa ingestão de vitamina E, selênio e isoflavonoides (o selênio e a vitamina E possuem efeitos antioxidantes) e reduzida exposição à radiação solar.

Na maioria das vezes, o câncer da próstata não produz sintomas na fase inicial. Às vezes podem ocorrer sintomas como dificuldade ou dor para urinar, dor na região lombar e bacia e sangramento urinário.

O diagnóstico é feito através da avaliação urológica. Na avaliação urológica é realizado o toque retal e solicitada a dosagem do PSA (Antígeno Prostático Específico) no sangue. Dependendo da situação, o urologista poderá complementar a avaliação utilizando a ecografia e a biópsia da próstata. Se o câncer da próstata for diagnosticado precocemente, é totalmente curável. A partir dos 50 anos todos os homens devem realizar consulta anual com o médico urologista. Se tiver história na família de pai ou irmão com câncer da próstata, a avaliação urológica anual deve iniciar aos 45 anos.

É importante lembrar que apenas a dosagem do PSA não substitui o toque retal, pois em 20% dos casos, o câncer da próstata evolui com PSA normal. Os dois exames devem ser realizados todo o ano: um complementa o outro.

O câncer de próstata pode ser tratado de diversas maneiras. O método selecionado depende do estágio, velocidade de crescimento, idade e saúde geral do paciente. No estágio inicial é indicado o tratamento cirúrgico, isto é, a retirada total da próstata. Já em casos mais avançados é utilizado medicamentos que impedem o crescimento tumoral.

Além de realizar os exames preventivos, há evidências de que uma dieta rica em frutas, vegetais ricos em carotenoides (como o tomate e a cenoura), leguminosas (como feijões, ervilhas e soja), grãos e cereais integrais e pobre em gordura, principalmente as de origem animal tem sido associada a um efeito protetor. Alguns componentes naturais dos alimentos, como as vitaminas (A, D e E) e minerais (selênio), possivelmente também contribuam para a proteção contra o câncer da próstata. Já outras substâncias geradas durante o preparo de alguns alimentos, como as aminas heterocíclicas e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos têm sido consideradas como componentes da dieta que poderiam aumentar o risco de câncer da próstata.


A cura do câncer da próstata começa pela prevenção. Agende já sua avaliação urológica.


Mês de Conscientização, Prevenção e Combate ao Câncer da Próstata: novembro



Câncer do Colo Uterino

O câncer do colo uterino é uma doença que se caracteriza pela multiplicação anormal de células do colo uterino, que é a parte inferior do útero que se localiza no fundo da vagina. No Brasil, é o terceiro tumor mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres. A estimativa de novos casos para 2014 é de 15.590. É raro em mulheres até 30 anos e sua incidência aumenta progressivamente até ter seu pico na faixa de 45 a 50 anos.


Alguns fatores estão diretamente ligados ao aparecimento do câncer do colo uterino. São eles: baixo nível socioeconômico; múltiplos parceiros sexuais, sem utilização de preservativos; infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV); início precoce da vida sexual; gravidez precoce; múltiplos partos; tabagismo; uso de pílulas anticoncepcionais por longos períodos; infecção pelo vírus HIV (vírus da AIDS) e sistema imunológico enfraquecido (desnutrição, consumo de álcool).


O câncer do colo uterino demora muitos anos para se desenvolver devido ao seu crescimento lento e, na fase inicial, pode não haver qualquer sintoma. Em alguns casos pode ocorrer sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados.


O exame preventivo do câncer do colo uterino (Papanicolaou) é a principal estratégia para detectar lesões precursoras e fazer o diagnóstico da doença. Esse exame permite analisar as células do colo uterino, permitindo a identificação de células cancerosas bem como inflamação e infecção. Ele deve ser realizado por todas as mulheres que têm ou já tiveram vida sexual, principalmente as da faixa etária dos 25 aos 64 anos, anualmente. Mesmo as gestantes podem realizar o exame, sem que haja prejuízo para sua saúde ou a do bebê.


O tratamento para cada caso deve ser avaliado e orientado por um médico. Entre os tratamentos mais comuns para o câncer do colo uterino estão a cirurgia e a radioterapia. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade e desejo de ter filhos.


A prevenção do câncer do colo uterino passa por cuidados e informações sobre o uso de preservativos nas relações sexuais, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, realização da vacina contra o HPV, diminuição do número de parceiros sexuais, abandono do tabagismo e do álcool e a realização do exame preventivo do câncer do colo uterino (Papanicolau) e exame ginecológico periódico.


A Medicina Preventiva do SSI Saúde desenvolve o Programa de Prevenção do Câncer do Colo Uterino. Informe-se junto ao plano de saúde. Informe-se sobre o exame preventivo do câncer do colo uterino e consulte o ginecologista anualmente.




Câncer do fígado (Hepatocarcinoma)

O hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular (CHC) é o câncer primário do fígado, ou seja, o câncer derivado das principais células do fígado (hepatócitos). Cerca de 80% dos cânceres que se iniciam no fígado são desse tipo. É a forma mais comum do câncer do fígado em adultos, sendo três vezes mais comum em homens do que em mulheres.

Como os demais cânceres, surge quando há uma mutação nos genes de uma célula que a faz se multiplicar desordenadamente. Essa mutação pode ser causada por algum agente externo (como o álcool e o vírus da hepatite C) ou pelo excesso de multiplicação de células (como a regeneração crônica nas hepatites), o que aumenta o risco de surgimento de erros na duplicação dos genes.


Manifestações Clínicas


Cerca de 50% dos pacientes com hepatocarcinoma apresentam cirrose hepática, que pode estar associada ao alcoolismo ou hepatite crônica, cujo fator etiológico predominante é a infecção pelo vírus da hepatite B e C, que estão relacionados ao desenvolvimento de câncer do fígado.

Os sinais e sintomas dos pacientes com o hepatocarcinoma são: dor abdominal, massa abdominal, distensão, anorexia, mal-estar, icterícia e ascite. Alguns pacientes poderão evoluir com ruptura espontânea do tumor, caracterizada por dor abdominal de forte intensidade, seguida de choque por sangramento intra-abdominal.


Diagnóstico


O diagnóstico do hepatocarcinoma está baseado nas manifestações clínicas, no exame clínico, nos exames laboratoriais específicos e nos exames de imagem como o ultrassom e a tomografia computadorizada.


Tratamento


Entre as possíveis formas de tratamento estão a cirurgia, a quimioterapia e o transplante hepático.


Prevenção


A prevenção do hepatocarcinoma está baseada na interrupção da transmissão do vírus da hepatite B através da utilização da vacina, detecção precoce do tumor e realização de remoção cirúrgica quando o tumor ainda não produziu repercussão clínica, mas já foi detectado pelos exames laboratoriais e de imagem.




Câncer infantil

Câncer é uma palavra que ainda assusta muitas pessoas. Quando atinge crianças, pode ser mais aterrador ainda. Mas não precisa ser assim, pois mais de 70% dos casos de câncer infantil têm cura devido aos avanços da medicina na identificação precoce das manifestações da doença e nas formas cada vez mais eficazes de tratamento.

Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 200 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, capazes de invadir estruturas próximas e, ainda, espalhar-se para diversas regiões do organismo (metástases).

Assim como em países desenvolvidos, no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte por doenças entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões.

Os cânceres mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias (que afetam os glóbulos brancos), os do sistema nervoso central e linfomas (que afetam o sistema linfático).

Descobrir a doença nas fases iniciais é fundamental para o início da cura. Por isso, os pais ou responsáveis devem sempre estar atentos aos sinais que muitas vezes se parecem com sintomas de doenças comuns. Os principais sinais para ficar atento são:


• Febre que não passa e suores noturnos constantes;

• Manchas rochas em lugares que a criança não tenha batido;

• Dores nas pernas que fazem a criança não querer andar;

• Aumento dos gânglios linfáticos, conhecidos como “ínguas” ou “carocinhos”, que ocorrem nas virilhas, axilas e pescoço, mesmo sem dor e que não diminuem de tamanho;

• Dor e inchaço nas articulações;

• Dores de cabeça, com perda de equilíbrio, acompanhadas de vômitos;

• Dor que não passa, com ou sem inchaço ou vermelhidão;

• Inchaço na barriga que pode estar acompanhado de alterações nas fezes (diarreia ou parada da evacuação) ou na urina (sangue na urina);

• Fraqueza, cansaço constante e falta de ar;

• Perda de peso sem motivo aparente;

• Mancha tipo “olho de gato” em um ou ambos os olhos; “olhos saltados” com inchaço nas pálpebras;

• Dores ósseas que podem ser confundidas com “dores do crescimento” (geralmente a criança sempre mostra o mesmo local do osso; as dores permanecem à noite ou quando a criança está brincando);

• Aumento do tamanho dos testículos, com dor ou inflamação local;


O diagnóstico tardio, além de exigir aumento na intensidade do tratamento, pode causar um número maior de efeitos maléficos, como amputações. Diminuição em geral da qualidade de vida e até provocar óbito.

Na criança, os tumores são muito mais sensíveis ao tratamento com quimioterapia. Esta forma de tratamento, indicada em aproximadamente 65% dos casos, age com muita eficácia, por destruir as células que se multiplicam rapidamente, como acontece no câncer. A quimioterapia pode ser associada à cirurgia, como também, em casos específicos, à radioterapia.

Várias outras formas de tratamento vêm sendo desenvolvidas, entre elas o transplante de medula óssea.


Câncer infantil: a grande arma é o diagnóstico precoce.


Dia Mundial de Combate ao Câncer Infantil: 23 de novembro



Cancro Mole

O cancro mole, também conhecido como cancroide, cancro venéreo simples, úlcera venérea ou cavalo é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada por uma bactéria chamada Haemophilus Ducreyi. Apesar de o nome sugerir, não é um câncer, mas sim uma infecção.


Causa:

A transmissão ocorre exclusivamente pela relação sexual com uma pessoa infectada.


Sintomas:

As manifestações clínicas do cancro mole consistem em feridas contagiosas irregulares, avermelhadas, com base mole e fundo purulento. Geralmente são múltiplas, devido à capacidade de autoinoculação. Podem ocorrer, principalmente, nos órgãos sexuais, mas lábios, boca, língua e garganta também podem ser afetados.


Diagnóstico:

O diagnóstico é feito através da atenta observação da ferida e, para confirmação, deve-se realizar uma raspagem da ferida com o envio do material para análise laboratorial.


Tratamento:

O cancro mole tem cura, no entanto, não cura sozinho, sendo necessário tratamento médico. O tratamento é feito com o uso de antibióticos. Recomenda-se o acompanhamento médico até a involução total dos ferimentos e abstinência sexual total, e tratamento dos parceiros sexuais, mesmo que estes não apresentem os sintomas, visto que há casos de portadores assintomáticos, principalmente em indivíduos de sexo feminino.


Prevenção:

Como no caso da maioria das DSTs, o uso de camisinha e a higienização genital antes e após a relação sexual são importantes para preveni-la.


Fonte: Medicina Preventiva
Autor: Dr. André Scalia


Cirrose

Cirrose é uma doença crônica do fígado que se caracteriza pela destruição das suas células (hepatócitos) e formação de fibrose e nódulos que bloqueiam a circulação sanguínea. Com isso, o fígado deixa de desempenhar suas funções normais como produzir bile (um agente emulsificador de gorduras), auxiliar na manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue, produzir proteínas, metabolizar o colesterol, o álcool e alguns medicamentos, entre outras.


Causa:

A cirrose é mais comum em homens acima dos 45 anos, mas pode acometer também as mulheres. Pode ser causada por infecções ou inflamação crônica dessa glândula. O consumo de álcool em excesso e o contágio por hepatite, principalmente hepatite C, aparecem como os principais fatores de risco para o problema. Hepatite B é outro fator de risco, assim como o consumo de alguns tipos de medicamentos.


Sintomas:

Inicialmente, a cirrose não dá sinais. Quando a cirrose torna-se sintomática, as principais manifestações são: náuseas, vômitos, perda de peso, dor abdominal, constipação, fadiga, fígado aumentado, olhos e pele amarelados (icterícia), urina escura, perda de cabelo, inchaço (principalmente nas pernas), eascite (presença de líquido na cavidade abdominal). Em casos mais avançados pode ocorrer a encefalopatia hepática (síndrome que provoca alterações cerebrais provocadas pelo mau funcionamento do fígado).


Diagnóstico:

O diagnóstico de cirrose combina avaliação médica, realização de exames laboratoriais e de exames de imagem, como o ultrassom. Em alguns casos, é necessária a realização de biópsia das células do fígado, para avaliar também o desenvolvimento de um possível câncer.


Tratamento:

A cirrose é uma doença irreversível que pode ser fatal. Portanto, é importante fazer o diagnóstico precoce para iniciar o mais depressa possível o tratamento que pode adiar ou evitar que surjam complicações mais graves. A primeira coisa a fazer diante do diagnóstico de cirrose é eliminar o agente agressor, como o álcool e drogas, ou combater o vírus da hepatite. Para casos mais graves, o transplante de fígado pode ser a única solução para a cura definitiva da doença.


Cuidado:

As complicações mais graves da cirrose incluem: câncer do fígado (hepatocarcinoma), hemorragia varicosa, ascite, peritonite bacteriana espontânea, encefalopatia hepática e síndrome hepatorrenal. Para evitar estas complicações deve-se realizar o tratamento corretamente e respeitar todas as orientações médicas.

 

Prevenção:

As principais formas de prevenção da cirrose são: evitar o uso abusivo de álcool; utilizar camisinha nas relações sexuais e seringas descartáveis para evitar a contaminação pelos vírus das hepatites B e C; não descuidar do tratamento para as hepatites B e C crônicas, a fim de que não provoquem cirrose, e realizar a vacina contra hepatite B para evitar o risco de contrair essa doença.


Cocaína

A Erythroxylon coca é uma planta encontrada na América Central e América do Sul. As folhas são utilizadas pelo povo andino, para mascar ou como componente de chás, com a função de aliviar os sintomas decorrentes das grandes altitudes.

A palavra cocaína refere-se à droga em forma de pó ou de cristal, sendo extraída das folhas da Erythroxylon coca. Ela faz parte do grupo das drogas ilícitas, causando dependência.

É mais comumente inalada pelo nariz, sendo o pó absorvido pela circulação sanguínea através da mucosa nasal. Pode também ser ingerida ou friccionada nas gengivas. Para a obtenção do efeito da droga mais rapidamente, o usuário injeta-a na veia, o que aumenta muito o risco de overdose.  

A cocaína age no sistema nervoso central, comprometendo os pensamentos e as ações de que a usa. Ela causa uma intensa e rápida euforia que é seguida imediatamente pelo oposto – uma intensa depressão, tensão e avidez por mais droga. Os usuários não comem nem dormem adequadamente. Eles podem ter sua frequência cardíaca muito elevada, espasmos musculares e convulsões. A droga pode fazer a pessoa sentir–se paranoica, zangada, hostil e ansiosa. Não obstante a quantidade ou frequência do consumo da droga, a cocaína aumenta o risco do consumidor de sofrer de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, convulsões ou falência respiratória, que podem causar morte súbita.

Como a cocaína tende a perder sua eficácia ao longo do tempo de uso, fato este denominado tolerância à droga, o usuário tende a utilizar progressivamente doses mais altas buscando obter, de forma incessante e cada vez mais inconsequente, os mesmos efeitos agradáveis que conseguia no início de seu uso. 

Este ciclo torna-o também cada vez mais dependente, fazendo de tudo para conseguir a droga, resultando em problemas sérios não só no que se refere à sua saúde, mas também em suas relações interpessoais. Afastamento da família e amigos, e até mesmo comportamentos condenáveis, como participação de furtos ou assaltos para obter a droga são comuns.


Colesterol

O colesterol é um tipo de gordura encontrada no sangue e em todas as células do organismo. É produzido no fígado, sendo um componente fundamental para a integridade celular e para a produção de hormônios. Seu excesso na circulação, entretanto, é danoso ao organismo. Dietas ricas em colesterol e gorduras saturadas podem aumentar os níveis circulantes de colesterol. Existem basicamente dois tipos de colesterol: O HDL (o “colesterol bom”) e o LDL (o “colesterol ruim”). O HDL não obstrui as artérias enquanto o LDL se deposita no interior das artérias, obstruindo-as. Portanto, o excesso de “colesterol ruim” é extremamente prejudicial. Além de aumentar o risco de surgirem problemas cardíacos, afeta a circulação. 


O colesterol alto, além do tabagismo, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, idade acima dos 45 anos para os homens e acima dos 55 anos para as mulheres, e história de doença das coronárias (artérias do coração) nos familiares próximos, são os fatores que aumentam o risco de infarto do miocárdio.


A única forma de medir a taxa de colesterol é fazendo um exame de sangue. O exame é rápido e fácil. Recomenda-se dosar o colesterol no sangue a cada 5 anos a partir dos 20 anos de idade. A chance de desenvolver doença do coração aumenta proporcionalmente ao aumento do colesterol. Os níveis ideais situam-se abaixo de 200 mg/dl. 


Uma alimentação saudável e equilibrada e a prática de atividade física regular ajudam a prevenir o excesso de “colesterol ruim” e aumentar o “colesterol bom”. O tratamento do colesterol alto consiste em dieta, perda de peso, atividades físicas regulares e, quando necessário, medicação. 


Confira algumas dicas para controlar o colesterol:

  • Ingerir frutas, verduras, legumes e grãos;
  • Preferir as carnes sem gordura visível e as carnes brancas, como a carne de peixe e frango;
  • Dar preferência para as carnes grelhadas, assadas ou cozidas, no lugar das frituras;
  • Utilizar, com moderação, óleos vegetais como o de oliva, canola, milho, girassol e arroz;
  • Preferir os leites e iogurtes desnatados, queijos magros ou brancos, como ricota e o tipo minas;
  • Não exagerar no consumo de derivados de carne, como salames, salsichas, patês e miúdos;
  • Se consumir bebidas alcoólicas, fazê-lo com moderação e responsabilidade;
  • Praticar atividades físicas regulares;
  • Se for portador de colesterol alto e usar medicamentos, não interromper o tratamento sem orientação médica;

Conjuntivite

A conjuntiva é a membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras, tendo como função a proteção dos olhos contra corpos estranhos e infecções.  A inflamação dessa membrana é chamada de conjuntivite.

A conjuntivite pode afetar um ou ambos os olhos e pode ser aguda ou crônica de acordo com o tempo de evolução da doença. A conjuntivite aguda costuma durar até três semanas e a conjuntivite crônica dura mais de três semanas.


Causas


Os principais causadores da conjuntivite são: vírus, bactérias e reação alérgica a poluentes ou substâncias irritantes como pólen, poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza e cosméticos. 


Transmissão


Nas conjuntivites infecciosas (causadas por vírus ou bactérias) a transmissão pode ocorrer pelo contato direto de um indivíduo contaminado com outro ou por meio de secreções veiculadas da mão para o olho.


Manifestações clínicas


As principais manifestações da conjuntivite são: olho vermelho, lacrimejamento, pálpebras inchadas, sensação de areia ou de cisco no olho, secreção purulenta (conjuntivite bacteriana), secreção esbranquiçada (conjuntivite viral), coceira ocular, fotofobia (desconforto ou dor ao olhar para a luz), visão borrada e pálpebras grudadas ao acordar.


Diagnóstico


O diagnóstico da conjuntivite é feito através das manifestações clínicas e do exame físico, não havendo, na grande maioria dos casos, necessidade de exames laboratoriais. 


Tratamento


O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença.  Para a conjuntivite viral não existe tratamento específico, sendo indicado o tratamento sintomático com analgésicos, anti-inflamatórios, higiene local frequente, compressas sobre as pálpebras com soro fisiológico gelado, colírios lubrificantes e lágrimas artificiais. No tratamento da conjuntivite bacteriana, além do tratamento sintomático, usa-se colírios com antibióticos. Já a conjuntivite alérgica é tratada com medidas sintomáticas e o uso de antialérgicos (colírios e/ou por via oral).


Prevenção


As principais medidas que diminuem o risco para o desenvolvimento da conjuntivite são: não usar maquiagem de outras pessoas, evitar compartilhar toalhas de rosto, lavar as mãos frequentemente e não colocá-las nos olhos, usar óculos de mergulho para nadar, usar óculos de proteção caso se trabalhe com produtos químicos, não usar medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição ou que foram indicados para outra pessoa e evitar nadar em piscinas sem cloro ou em lagoas.



Consumo de álcool

O álcool é uma substância psicotrópica que tem seu consumo aceito e incentivado pela sociedade, sendo a droga mais consumida no mundo. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo consomem bebidas alcoólicas. Seu uso indevido é um dos principais fatores que contribui para a diminuição da saúde mundial, sendo responsável por 3,2% de todas as mortes e por 4% de todos os anos perdidos de vida útil. 

No Brasil, estima-se que 12,3% das pessoas com idades entre 12 e 65 anos, preenchem critérios para a dependência do álcool. Os dados também indicam o consumo de álcool em faixas etárias cada vez mais precoces e que entre os homens o consumo é maior.

O consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, pode levar à violência, suicídio e acidentes de trânsito, causar dependência química e outros problemas de saúde como cirrose, pancreatite, demência, polineuropatia, miocardite, desnutrição, hipertensão arterial, infarto e certos tipos de cânceres.

Os efeitos do álcool variam de acordo com a rapidez e a frequência com que ele é ingerido, quantidade de alimentos consumidos durante a ingestão de bebidas alcoólicas, peso, estado de espírito da pessoa e outros. O álcool atinge rapidamente a circulação sanguínea e todas as partes do corpo, inclusive o sistema nervoso, provocando, mesmo em doses pequenas, a diminuição da coordenação motora e dos reflexos, o estado de euforia e a desinibição.

O consumo de álcool é medido em doses. Para as pessoas que consomem bebidas alcoólicas recomenda-se a ingestão máxima equivalente a duas doses diárias para homens e uma dose diária para mulheres [1 dose corresponde a 1 lata de cerveja (350 ml) ou 1 cálice de vinho tinto (150 ml) ou 1 dose de bebida destilada (40 ml)]. Mulheres grávidas, crianças e adolescentes não devem ingerir bebida alcoólica.

O alcoólatra é considerado aquele em que se identifica prejuízo social e pessoal em consequência do abuso da bebida, além de sinais de abstinência e dependência do álcool. 

O diagnóstico e tratamento precoce da dependência ao álcool têm papel fundamental na evolução desse transtorno. 
Se você é um dos que bebem com frequência, mesmo que em pequenas doses, comece a olhar esse “inofensivo hábito” com outros olhos, deixando o senso crítico apurado vencer o senso comum, que nos diz que “beber é normal”. 

Álcool vicia. Procure orientação médica.


Início da Semana Nacional Contra o Alcoolismo: 18 de fevereiro
Dia do Alcoólico Recuperado: 09 de dezembro


Crack

O crack também conhecido como pedra, brita, kripta, kriptonita ou rocha nada mais é do que a cocaína solidificada em cristais. O nome inglês crack deriva do seu barulho ao ser fumado. É cerca de cinco vezes mais potente do que a cocaína. Faz parte do grupo das drogas ilícitas e é a mais viciante de todas elas.

O crack é relativamente mais barato e acessível que outras drogas e hoje está presente em todas as classes sociais e em diversas cidades do país. Estima-se que aproximadamente 600.000 pessoas são dependentes, somente no Brasil.

A forma mais comum de ser consumida é através da inalação da droga, onde são usados cachimbos elaborados pelos próprios usuários. Também tem sido habitual o consumo de cigarros comuns ou de maconha com fragmentos de pedras de crack.

As primeiras sensações produzidas pelo crack são de euforia intensa e bem-estar. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados. Há risco de hemorragia cerebral, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo do miocárdio e morte. Congestão nasal, tosse persistente, expectoração escurecida indicam dano ao sistema respiratório. Dores de cabeça, tonturas, desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez, nervosismo, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e transpiração intensa são comumente observados nos usuários dessa droga. 

O crack possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica.

Ele também induz abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor, choram muito quando tocados ou expostos à luz, demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

Superar o vício não é fácil e requer, além de ajuda profissional, muita força de vontade por parte da pessoa, e apoio da família. Há pacientes que ficam internados por muitos meses, mas conseguem se livrar dessa situação.



Cuidados com a voz

A voz é um recurso de comunicação extremamente importante e, por isso, as pessoas devem tomar muito cuidado com as cordas vocais, para garantir uma voz perfeita. Para as pessoas que trabalham com o público e utilizam muito sua voz, os cuidados com a mesma devem ser redobrados.

Algumas dicas para o cuidado com a voz são: 


• Ingerir pelo menos dois litros de água por dia: a água mantém lubrificadas as cordas vocais, melhorando a sua vibração e flexibilidade;

• Ter uma alimentação saudável, optando por alimentos em temperatura ambiente;

• Fazer repouso vocal: após falar muito, descansar a voz durante 15 a 30 minutos, pois as cordas vocais são músculos e como tal sofrem fadiga;

• Evitar expor-se demasiadamente ao ar condicionado: ao retirar a unidade do ar, há o ressecamento da mucosa do aparelho respiratório, exigindo um maior esforço muscular, tanto para respirar como para falar. Quem passa muito tempo em ambientes refrigerados deve aumentar a ingestão de água;

• Evitar o tabagismo: a nicotina liberada pelo cigarro deposita-se diretamente sobre as cordas vocais provocando seu inchaço;

• Evitar o consumo de álcool: em excesso, o álcool produz um efeito anestésico e de relaxamento que condiciona a monitorização do volume da voz e da articulação das palavras, aumentando o esforço vocal;

• Evitar pigarrear: embora dê a sensação de limpeza da garganta devido a secreção presa, há atrito das cordas vocais, aumentando seu inchaço e prejudicando a voz;

• Evitar falar mais alto do que o necessário;

• Evitar usar voz muito grave (grossa) ou muito aguda (fina), fora de seu tom habitual;

• Evitar excessivas e longas ligações telefônicas, principalmente quando há ruído de fundo;

• Evitar conversar em ambientes ruidosos;

• Evite falar enquanto faz exercícios físicos ou carrega peso;

• Sempre articular corretamente as palavras, abrindo bem a boca para amplificar o som;

• “Aquecer” a voz com exercícios apropriados antes de usá-la de modo intensivo;

•  Deixar o corpo movimentar-se livremente, acompanhando a fala com gestos e expressões faciais;

• Descansar de seis a oito horas diárias.


Cuide bem da sua voz.


Dia Nacional da Voz: 16 de abril



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