Saúde em Pauta

Medicina Preventiva

Esta seção é apenas informativa e não deve ser utilizada para fins de autodiagnóstico ou automedicação. Consulte seu médico regularmente.

Selecione acima a letra sobre o assunto relacionado. Exemplo: A - Alimentação

A

Acidentes de trânsito

Os acidentes de trânsito terrestres constituem um importante problema de saúde pública, sendo uma das principais causas de morte no mundo: 1,2 milhão de pessoas morrem todos os anos por acidentes de trânsito, sem contar lesões que deixam um número maior de pessoas incapacitadas e com sequelas graves. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quinto país mais violento no trânsito no mundo, com aproximadamente 150 mortes por dia em todo o país.

Os acidentes envolvendo motocicletas são crescentes em todas as regiões do Brasil, em decorrência do aumento da frota e das facilidades no financiamento destes veículos. O Brasil é o segundo país do mundo em mortes em acidentes de motos. Nos últimos 15 anos a taxa de mortalidade aumentou 846%, enquanto a de carros, por exemplo, foi de 58%. 

Como cerca de 90% dos acidentes são ocasionados por imprudência dos motoristas ou pedestres, a contribuição de cada um poderá fazer com que os altos índices de acidentes sejam reduzidos. Para isso basta por em prática as regras básicas de segurança no trânsito e aconselhar seus familiares, colegas e amigos a fazerem o mesmo:


• Dirija com velocidade adequada ao local

• Respeite os limites de velocidade

• Ultrapasse somente pela esquerda e com segurança

• Mantenha distância adequada do veículo da frente

• Sinalize as intenções

• Use sempre o capacete

• Respeite sempre o semáforo

• Respeite sempre a faixa de pedestres

• Somente utilize farol alto se necessário

• Use o cinto de segurança

• Nunca dirija após consumir bebidas alcoólicas

• Pare somente em locais permitidos

• Evite dirigir sozinho longas distâncias

• Use o celular somente com o veículo parado

• Leve somente pessoas autorizadas no veículo da empresa


Semana Nacional do Trânsito: 18 a 25 de setembro



Alcoolismo

O álcool é uma substância psicotrópica que tem seu consumo aceito e incentivado pela sociedade, sendo a droga mais consumida no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 2 bilhões de pessoas no mundo consomem bebidas alcoólicas. Seu uso indevido é um dos principais fatores que contribuem para a diminuição da saúde mundial, sendo responsável por 3,2% de todas as mortes e por 4% de todos os anos perdidos de vida útil. No Brasil, estima-se que 12,3% das pessoas com idades entre 12 e 65 anos, preenchem critérios para a dependência do álcool. Os dados também indicam o consumo de álcool em faixas etárias cada vez mais precoces e que entre os homens o consumo é maior.

O consumo de bebidas alcoólicas, quando excessivo, pode levar à violência, suicídio e acidentes de trânsito, causar dependência química e outros problemas de saúde como cirrose, pancreatite, demência, polineuropatia, miocardite, desnutrição, hipertensão arterial, infarto e certos tipos de cânceres.


Sintomas

Os efeitos do álcool variam de acordo com a rapidez e a frequência com que ele é ingerido, quantidade de alimentos consumidos durante a ingestão de bebidas alcoólicas, peso, estado de espírito da pessoa, entre tantos outros fatores. O álcool atinge rapidamente a circulação sanguínea e todas as partes do corpo, inclusive o sistema nervoso, provocando, mesmo em doses pequenas, a diminuição da coordenação motora e dos reflexos, o estado de euforia e a desinibição.

O consumo de álcool é medido em doses. Para as pessoas que consomem bebidas alcoólicas recomenda-se a ingestão máxima equivalente a duas doses diárias para homens e uma dose diária para mulheres [1 dose corresponde a 1 lata de cerveja (350 ml) ou 1 cálice de vinho tinto (150 ml) ou 1 dose de bebida destilada (40 ml)]. Mulheres grávidas, crianças e adolescentes não devem ingerir bebida alcoólica.


Diagnóstico

O alcoólatra é considerado aquele em que se identifica prejuízo social e pessoal em consequência do abuso da bebida, além de sinais de abstinência e dependência do álcool. 


Tratamento

O diagnóstico e tratamento precoce da dependência ao álcool têm papel fundamental na evolução desse transtorno. Se você é um dos que bebem com frequência, mesmo que em pequenas doses, comece a olhar esse “inofensivo hábito” com outros olhos, deixando o senso crítico apurado vencer o senso comum, que nos diz que “beber é normal”. 


Álcool vicia. Procure orientação médica.


Alimentação saudável

A alimentação é para o nosso corpo como o combustível é para o automóvel. A alimentação saudável deve ocupar lugar de destaque em nossa vida porque, afinal, nós somos o que comemos. Através de uma alimentação equilibrada podemos tratar e principalmente prevenir doenças e ter uma vida melhor.

Os alimentos que consumimos diariamente são constituídos de proteínas, carboidratos (açúcares), gorduras, vitaminas e sais minerais. Essas substâncias são os nutrientes para o nosso organismo. Na nossa alimentação também não pode faltar a água, pois ela é fundamental para o equilíbrio do corpo, sendo indispensável para o metabolismo.

Um mesmo alimento tem vários nutrientes, mas não todos. Para que o nosso corpo tenha todos os nutrientes de que precisa, temos que comer diferentes alimentos. 

Os princípios da alimentação saudável são:

Variedade: é importante comer diferentes tipos de alimentos, observando sempre a qualidade dos mesmos;

Moderação: não se deve comer nem mais nem menos do que o organismo precisa, estando sempre atento à quantidade certa de alimentos;

Equilíbrio: quantidade e qualidade são importantes; o ideal é consumir alimentos variados, ou seja, “comer de tudo um pouco”.


Algumas atitudes para uma alimentação saudável são:


• Aumentar o consumo de frutas, vegetais e grãos integrais;

• Diminuir o consumo de gorduras animais, que são fontes de colesterol;

• Diminuir o consumo de açúcar refinado;

• Diminuir o consumo de sal e de alimentos ricos em sódio;

• Procurar relaxar antes das refeições, pois o estresse pode aumentar a sensação de fome;

• Evitar líquidos durante as refeições;

• Evitar o excesso de condimentos como catchup, mostarda e maionese. Prefira ervas naturais;

• Fazer as refeições em locais tranquilos, sem música alta ou televisão;

• Estimular a criança a preparar seus próprios alimentos, principalmente lanches para levar à escola;

• Mastigar bem os alimentos.


A prática de atividades físicas regulares é fundamental como complementação a uma alimentação saudável, visando à perda de peso ou à manutenção do peso adequado, além da prevenção de doenças e obesidade. 

Alimentação saudável é mais saúde. Consulte uma nutricionista.


Dia Mundial da Saúde: 07 de abril

Dia Mundial da Alimentação: 16 de outubro

Dia Panamericano da Saúde: 02 de dezembro



Alzheimer


A Doença de Alzheimer é uma doença que afeta o cérebro, onde os neurônios se degeneram e morrem. Ocorre de maneira lenta e progressiva, em geral se iniciando em um grupo de células responsáveis pela memória, mas que com a evolução acomete todo o cérebro em aproximadamente dez anos. A doença de Alzheimer é a principal causa das síndromes demenciais, respondendo por cerca e 50-60% dos casos, com acometimento de pessoas na faixa etária dos 60 anos e progredindo de forma exponencial diretamente relacionado com o aumento da idade.


As causas da Doença de Alzheimer não são conhecidas. Sabe-se que em uma minoria dos casos (menos de 2% do total) ela pode ter origem genética, com história familial, condicionando início mais precoce dos sintomas (antes dos 60 anos). A maioria dos casos, no entanto, corresponde à chamada forma esporádica da doença, em que ou não há história familial ou esta é apenas ocasional, não configurando uma transmissão genética.


As manifestações da doença dependem da região do cérebro envolvida. Em geral inicia-se com a pessoa apresentando dificuldade de guardar informações mais recentes, porém com certa preservação da memória para fatos mais antigos. A doença pode evoluir e acometer a linguagem, com dificuldade para encontrar palavras, dar nome a objetos e lembrar-se de nomes de parentes mais distantes. Dependendo da fase da doença pode haver comprometimento de comportamento como apatia, depressão ou até agressividade.


Para o diagnóstico da Doença de Alzheimer há a necessidade da consulta com o médico, pois não há um exame laboratorial ou de neuroimagem (tomografia computadorizada ou ressonância magnética) que dê 100% de segurança do diagnóstico. Durante a consulta o médico entrevistará além do paciente, as pessoas que convivem mais próximas a ele, pois podem acrescentar informações para um diagnóstico mais preciso. A realização do exame das funções cognitivas, por meio de testes para memória, linguagem, cálculo, também podem melhorar o diagnóstico. Os testes laboratoriais e de neuroimagem também são necessários para investigar outras causas de demência.


Existem duas classes de medicamentos com eficácia comprovada para o tratamento da Doença de Alzheimer: a classe que age na aceticolina e a classe que age no glutamato. Tanto a acetilcolina como o glutamato são neurotransmissores do cérebro que estão envolvidos em aprendizagem, memória, comportamento, e que na Doença de Alzheimer estão comprometidos. Essas medicações estabilizam a progressão e diminuem a taxa de piora da doença. Apenas o médico poderá prescrevê-las.


Não existe, até o momento, nenhuma forma de prevenção absoluta da doença. Infelizmente, quanto maior a longevidade ou a sobrevida de uma pessoa, maior o risco de desenvolver a Doença de Alzheimer. No entanto, sabe-se que hábitos saudáveis de vida, como alimentação saudável, incluindo consumo regular de peixes, frutas, cereais, e baixa ingestão de alimentos gordurosos, atividade física regular (como caminhadas) e também atividade intelectual variada (como leitura, jogos) reduzem o risco de aparecimento da doença. 


Doença de Alzheimer: quanto antes souber, mais tempo você terá para lembrar.




Amamentação

Atualmente o aleitamento materno é reconhecido no mundo inteiro como o fator mais eficaz de proteção para os bebês.

Na amamentação o bebê recebe os anticorpos da mãe para proteção contra diarreia e infecções, estando as respiratórias entre as principais, também diminuindo o risco de alergias, colesterol alto, diabetes e obesidade; favorece a relação afetiva entre a mãe e o bebê, ajudando a criança a desenvolver-se bem, física e emocionalmente; é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes e bonitos, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração.

Amamentar é bom não só para a saúde do bebê, mas também para a saúde da mãe. O sangramento pós-parto diminui, assim como as chances de desenvolver anemia, câncer de mama, de ovário e diabetes. A mulher que amamenta perde mais rápido o peso que ganhou durante a gravidez.

Nos primeiros 6 meses de vida, o bebê que mama no peito não precisa de nenhum outro alimento, líquido ou complemento, pois o leite oferece tudo de que o bebê precisa. Mata a sede, a fome e possui todos os nutrientes de que ele necessita para crescer e se desenvolver forte e saudável. Após os 6 meses, o bebê deve receber alimentos saudáveis e continuar sendo amamentado até os 2 anos ou mais, pois assim ele receberá todos os nutrientes e os benefícios que a amamentação oferece.

Amamentar fica mais fácil quando a mãe tem todas as informações sobre as práticas saudáveis para ela e para o bebê. E, se ela tiver o apoio e a compreensão de familiares, amigos, profissionais de saúde, colegas de trabalho e empregadores, mesmo quando aparecerem obstáculos, a amamentação pode ser mantida. 

Veja algumas dicas para amamentação: 


• Não dar água, chás, leites artificiais ou qualquer outro alimento;

• O leite materno nunca é fraco, ele é sempre adequado para o desenvolvimento do bebê. Nos primeiros dias, a produção de leite é pequena e este leite, chamado de colostro, tem alto valor nutritivo e é suficiente para atender às necessidades do bebê;

• Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem horário para mamar. Ele deve mamar sempre que quiser. Com o tempo, ele faz seu horário;

• Durante a mamada, a quantidade de gordura do leite vai aumentando. Se o bebê não tomar o leite do fim da mamada, que tem mais gordura, ele pode sentir fome logo em seguida. Por isso, a mãe deve esvaziar a mama por completo para depois oferecer a outra;

• A partir dos 6 meses, a mãe deve começar a dar alimentos saudáveis, mantendo o leite materno até os 2 anos de idade ou mais;

• Não dar chupetas, bicos e mamadeiras, pois podem levar o bebê a rejeitar o peito da mãe, além de causar problemas nos dentes, na fala e na respiração;

• A maioria dos remédios não impede a amamentação, mas a mãe só deve tomá-los quando orientada pelo médico;

• Bebidas alcoólicas e cigarros devem ser evitados;

• A mãe que usa drogas como maconha, crack e cocaína, não deve amamentar.


Amamentar faz bem para a mãe e o bebê, é um ato de amor e carinho.


Dia Mundial da Amamentação: 01 de agosto

Semana Mundial da Amamentação: 01 a 07 de agosto

Dia Nacional de Doação do Leite Humano: 01 de outubro



Anemia

A palavra anemia significa “sem sangue” e ocorre quando a concentração de glóbulos vermelhos do sangue (hemácias) ou de hemoglobina está abaixo do normal. A hemoglobina é uma proteína que dá cor aos glóbulos vermelhos e tem a função vital de transportar o oxigênio dos pulmões para todas as células do corpo.


Causas

A anemia pode ser causada por problemas genéticos, doenças crônicas ou na medula óssea, medicamentos, reações imunológicas (do sistema de defesa do organismo) ou falta de um ou mais nutrientes essenciais dos alimentos, como ferro, zinco, vitamina B12 ou proteínas. No entanto, o tipo mais comum de anemia é aquela por falta de ferro (anemia ferropriva), responsável por cerca de 90% dos casos. No Brasil, a anemia ferropriva atinge principalmente os bebês (sendo mais comum entre os seis meses e os dois anos de idade), mulheres grávidas, idosos e vegetarianos. É causada pela ingestão insuficiente de alimentos ricos em ferro, falta de saneamento básico – o que pode causar verminoses, perdas excessivas de sangue (hemorragias, menstruação abundante e parasitoses) e aumento das necessidades de ferro pelo organismo (como na fase de crescimento, gestação e amamentação).


Manifestações clínicas

Os sinais e sintomas mais frequentes da anemia são: fraqueza, cansaço, palidez, falta de apetite, tontura, dificuldade de concentração e aprendizado e palpitações. A doença também pode retardar o crescimento, levar o bebê a nascer com baixo peso e, em casos mais graves, levar à morte. Algumas pessoas, entretanto, não apresentam nenhum sintoma.


Diagnóstico

O diagnóstico da anemia é feito pelas manifestações clínicas e por exames laboratoriais.

Tratamento

O tratamento do tipo mais comum de anemia (anemia por deficiência de ferro) consiste na detecção e correção da causa básica e na suplementação de ferro.


Prevenção

Para a prevenção da anemia ferropriva, recomenda-se a ingestão de alimentos ricos em ferro tais como: fígado, carnes vermelhas, vegetais verdes escuros, como espinafre e brócolis, leguminosas, inhame, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico e gema de ovo.


Anemia tem cura. Consulte seu médico regularmente.


Asma Brônquica

Asma brônquica ou simplesmente asma é uma doença respiratória caracterizada por crises de falta de ar, ocorrendo dificuldade da entrada do ar nos pulmões e, principalmente de sua saída. Essa dificuldade se deve a inflamação crônica que causa estreitamento dos brônquios (vias que conduzem o ar aos pulmões).

A Organização Mundial de Saúde avalia que entre 100 a 150 milhões de pessoas no mundo tem asma e este número está aumentando, constituindo-se em um problema de saúde pública em países desenvolvidos e em desenvolvimento. A asma ocorre em todas as idades e todas as raças, entretanto é mais comum na infância. É a doença crônica mais comum que causa ausência na escola.


Existe uma predisposição genética e familial na asma brônquica. O risco de desenvolver asma na infância está relacionado à presença da doença nos pais. Se um dos pais sofre de asma, o risco de a criança desenvolver asma é de 25%. Se ambos os pais são asmáticos esta taxa pode alcançar 50%. Se nenhum dos dois apresentar asma, o risco cai a 10%. Todavia, esses fatos não são regra uma vez que o filho de um pai asmático não será necessariamente uma criança asmática. O contrário também pode ocorrer: a criança pode ser o primeiro a apresentar a doença na família.

Os fatores de risco para o desencadeamento das crises são diversos. Entre adultos destacam-se o fumo e a exposição a produtos irritantes. Pais fumantes provocam aumento considerável da susceptibilidade nas crianças. Pólen, mofo, ácaros, fumaça de cigarro, poluentes do ar, gases químicos, inseticidas, poeiras e até determinados alimentos, como o leite e os ovos, podem desencadear as crises. Além disso, resfriados e gripes, o estresse emocional e a prática de exercícios vigorosos podem agravar os sintomas. 


Os sintomas mais frequentes da asma brônquica são falta de ar, tosse seca, chiado e opressão no peito. 

O diagnóstico da asma é feito pela história clínica, pesquisando-se os sintomas e tentando-se identificar os fatores desencadeantes ou agravantes da doença. O exame físico pode ser totalmente normal nos pacientes fora das crises. Nas formas mais graves da doença pode-se encontrar o tórax deformado.

A asma brônquica não tem cura, mas pode ser controlada a ponto de seus portadores levarem vida normal.  Como a base da asma é a inflamação dos brônquios, o tratamento tem o objetivo de combater esta inflamação e controlar a doença. A principal meta do tratamento é controlar os sintomas e manter este controle pelo maior tempo possível, prevenindo novas crises. Para isso usa-se medicamentos que reduzem a inflamação brônquica, em geral, por via inalatória, por diversos dispositivos (spray, cápsulas inalatórias e outros). A dose e o tempo de tratamento serão definidos pelo médico e serão determinados pela gravidade e evolução da doença. Exercícios respiratórios e controle do estresse auxiliam no tratamento da doença.


O asmático deve evitar bichos de pelúcia, fumaça de cigarro, produtos de cheiro forte, inseticidas ou desodorantes de ambiente, vasos com plantas dentro de casa, animais dentro de casa e, principalmente, no quarto de dormir.

Veja nosso artigo: "Os 10 Mandamentos da Asma"



Atitudes para preservação do meio ambiente

Algumas atitudes simples podem auxiliar na preservação do meio ambiente, tais como:


• Separação correta do lixo orgânico, latas de alumínio, papéis e metais para tornar possível o processo de reciclagem;

• Evitar o desperdício de água;

• Trocar as lâmpadas comuns pelas fluorescentes ou LED, que duram 10 vezes mais e gastam dois terços menos de energia;

• Procurar realizar caronas solidárias ou invista em meios de transportes menos poluentes, como a bicicleta;

• Evitar cortes desnecessários em árvores e plantar mudas nativas;

• Não aprisionar animais em gaiolas ou aquários;

• Não abandonar cães, gatos e outros animais domesticados;

• Não jogar sacolas plásticas ou chicletes no chão, que engasgam e matam pequenos animais;

• Não adquirir animais da fauna silvestre para estimação, como papagaios, tartarugas, micos-leões e outros;

• Denunciar maus-tratos a animais e cobrar ação dos órgãos ambientais.


Ajude a preservar o meio ambiente.


Dia Mundial do Meio Ambiente: 05 de junho



Atividade física

A atividade física faz parte da natureza humana e sua prática regular beneficia tanto os jovens quanto os adultos, proporcionando também oportunidade de diversão, estar com os familiares e amigos e manter-se saudável. A grande meta é combater o sedentarismo que é a ausência de atividade física regular.

A atividade física é definida como qualquer movimento corporal produzido pela musculatura, que resulte num gasto energético acima dos níveis de repouso. Considerando as atividades ocupacionais (trabalho), atividades da vida diária (vestir-se, banhar-se, comer e outros), o deslocamento (para o trabalho, para a escola e outros) e as atividades de lazer (exercícios físicos, esportes, dança, artes marciais e outros). 

É importante que as pessoas mantenham um estilo de vida ativo através da prática de atividade física regular, a qual traz vários benefícios tais como: mais saúde e disposição para realizar as tarefas do dia-dia; aumento da resistência física e força muscular; aumento da eficiência do sistema imunológico; melhor qualidade do sono e maior grau de relaxamento; redução nos níveis de ansiedade e controle do estresse; aumento da autoestima e melhora da autoimagem; auxilia na preservação da massa óssea, na função dos músculos e das articulações; redução da gordura corporal e ajuda no controle do peso corporal; redução da pressão arterial em repouso; auxilia no controle do diabetes; diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o “colesterol bom”) e previne e reduz os efeitos de doenças como: doenças do coração, osteoporose, deficiências respiratórias, problemas circulatórios.

Algumas dicas para um estilo de vida ativo são:


• Escolher uma atividade física que dê prazer;

• Introduzir a atividade física nas rotinas diárias: para iniciar não é necessário estar em forma, nem roupas e equipamentos especiais, sair de casa ou dispor de muito tempo. Basta ter vontade de querer começar e persistência;

• Praticar atividades físicas junto à natureza;

• Usar roupas e calçados adequados;

• Ingerir líquidos, antes, durante e depois da atividade física;

• Iniciar as atividades lenta e gradualmente;

• Respeitar os limites pessoais;

• Informar quaisquer sintomas ou alterações físicas ao profissional que o acompanha;

• Nunca esquecer de fazer o alongamento antes e depois da atividade física, pois o alongamento previne lesões musculares e tendinosas, evitam dores musculares e aumentam a amplitude dos movimentos articulares;

• O aquecimento é também de grande importância antes da atividade física; ele aumenta a temperatura corporal aumentando assim a força de contração muscular, além de prevenir a ocorrência de lesões musculares.


Adote um estilo de vida ativo.


Dia Internacional de Combate ao Sedentarismo: 10 de março

Dia Mundial da Atividade Física: 05 de abril



Autoexame das Mamas

O autoexame das mamas é um auxiliar importante no diagnóstico do câncer de mama, porém, não substitui a mamografia e o exame clínico executado pelo médico no consultório. É uma atitude simples que pode fazer toda a diferença quando se trata de combater esse tipo de câncer, permitindo à mulher o conhecimento do próprio corpo. A técnica é bastante simples, podendo ser realizado por todas as mulheres:


1. Procure realizar mensalmente o autoexame das mamas 8 dias após a menstruação, quando as mamas estão menos doloridas e densas. Se não menstrua mais, escolha um dia do mês

2. Em frente ao espelho, com as mãos atrás da nuca e os cotovelos levantados, observe os seios. Procure quaisquer alterações na pele e no tamanho ou forma dos seios. Pressione delicadamente a aréola e o mamilo e verifique se há saída de alguma secreção

3. Deitada em uma cama com o travesseiro sob os ombros, apalpe cada seio. Lembre-se: no lado da mama a ser examinada, deve-se ter o braço elevado e a mão atrás da nuca

4. Durante o banho, levante um braço e use a outra mão com os dedos ensaboados para apalpar o seio a ser examinado. Use as pontas dos dedos para sentir todo o seio, pressionando-o contra o peito. Examine também as axilas

5. Se detectar alterações na pele, caroços nos seios ou nas axilas ou secreção pelo mamilo, procure orientação médica

6. Aprenda a se conhecer, assim você será capaz de detectar alterações nos intervalos de suas visitas ao médico e cuidará melhor da sua saúde


A Medicina Preventiva do SSI Saúde desenvolve o Programa de Prevenção do Câncer de Mama, informe-se junto ao plano de saúde.
A mulher que se toca, se cuida. Aprenda a fazer o autoexame das mamas e consulte o ginecologista anualmente.

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